Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Apresentação pública da obra «CRÓNICAS DA ARTE E DA VIDA» de Ana Paula Mabrouk

A Editorial Minerva e a autora, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra CRÓNICAS DA ARTE E DA VIDA de Ana Paula Mabrouk a realizar no dia 8 (Sábado) de Outubro de 2011 pelas 17 horas na

CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Rua Pedro Monteiro
Coimbra

Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e da autora por Isabel Rosete. Selecção e leitura de uma crónica da obra pela autora. Intervenção da artista plástica (autora das aguarelas) Estrela Caldas Zoll. Momento musical da responsabilidade de Rafaela Rajado.
  • Leia AQUI o prefácio desta obra por Ângelo Rodrigues!
  • Veja AQUI o video-livro!
  • Veja AQUI as fotografias da sessão de apresentação!
  • Veja AQUI os vídeos da sessão de apresentação!
Adquira esta obra na Livraria online da Editorial Minerva!

Existem livros que depois de lidos ficam a pairar na nossa cabeça e não descansam enquanto não obtêm uma resposta personali-zada. Funcionam como se fossem um diálogo de escritas, numa inter(dependência) criativa.
Este livro surgiu na sequência da leitura do livro do escritor alemão Rainer Maria Rilke, Cartas a um Poeta. Estávamos no Verão de 2009 e as primeiras crónicas surgiram quase como uma compulsão. Uma espécie de direito de resposta de um leitor crítico, cujas máximas deste autor despertaram pensamentos e sensações. Mais do que uma profunda análise ideológica, uma preocupação estética ou uma dissertação literária, estas crónicas surgiram de forma espontânea, num acto involuntário que se impôs à escrita.
Em vez de um mês, como havia originalmente calculado a escrita, o tempo da resposta acabou por demorar um ano e um mês, num arrastamento caprichoso do pensamento que não se deixa comandar de forma racional.
Tinha seleccionado dez máximas de Rilke sobre as quais, ou com as quais, trabalhar e as ideias foram surgindo espaçadamente, ao sabor da labuta dos dias e do vagar das horas. Hoje duas ou três linhas condutoras, amanhã um interregno de vários meses. No entanto, as máximas foram sempre ficando na mente e viajando comigo para vários locais. Daí a dispersão de datas e locais nos quais foram escritas.
Quanto à sua organização, optei por ordená-las, não de uma forma cronológica, mas de uma forma que encaixasse na lógica dos seus dois grandes macro-temas: a arte e a vida. Não sendo compartimentos estanques, pois os dois entrelaçam palavras e tecem teias de sinestesias, podem ser encarados como dois vectores que constantemente se interseccionam. Fica pois ao critério do leitor a forma como optará por ler estas crónicas.

Data - 1ª edição: Setembro de 2011
Coordenação literária e prefácio: Ângelo Rodrigues
Aguarela da capa e ilustrações: Estrela Caldas Zoll
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 56
P.V.P.: 10 €

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