Sexta-feira, 20 de Abril de 2012

NEWSLETTER DE MAIO - CONVITES

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(Apresentação de novidades e convites
para sessões de apresentação de livros)

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Sábado, 31 de Março de 2012

NOVIDADE - «DESCOBERTA DA METAFÍSICA ASTRONÓMICA» (ensaio) de Pureza Celeste


Adquira esta obra na livraria online da Editorial Minerva ou através da livraria online WOOK!

Ao publicar este livro, sinto parte da minha missão cumprida por transmitir aos outros aquilo que me é dado ver e saber.
Este saber não tem limite e sendo assim, espero poder transmitir sempre algo mais em qualquer momento da minha vida.


Ao leitor:
Quero transmitir a minha alegria por poder dar a conhecer algo que a muitos é intransponível.
Podemos partilhar este planeta e termos a certeza de ir habitar um outro melhor - é sem dúvida alguma o que todos desejamos.
Será certamente um viver diferente pois não existirá a matéria mas sim a energia porque somos seres pensantes.
Este livro pretende elucidá-lo sobre vários aspectos que dizem respeito à nossa permanência na Terra e à continuação do nosso viver.
Desejo que encontre nele as respostas para as perguntas que certamente fez ao longo da sua vida.
Seja feliz como eu sou; ame a vida como eu amo e aguarde com esperança o dia da partida deste planeta porque a vida continua.

Com a minha amizade e até sempre
Pureza Celeste

Data - 1ª edição: Março de 2012
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Capa: José Sousa e Atelier Minerva
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 216
P.V.P.: 15 €

Sábado, 24 de Março de 2012

NOVIDADE - «REXISTIR» (poesia e prosa) de Santana-Maia Leonardo


Adquira - em breve - esta obra na Livraria online da Editorial Minerva ou através da Livraria online WOOK!

Este não é um livro de poesia, mas um manifesto de quem não subscreve o mundo em que vive e contra a geração que, em Maio de 68, escrevia nas paredes de Paris «a imaginação ao poder» e que hoje, no poder, sem imaginação, vai corroendo e consumindo um a um todos os valores que herdámos dos nossos pais e dos nossos avós, a nossa cultura, a nossa pátria e a nossa alma, com a mesma persistência com que o eucalipto desertifica o solo arável.
Não sou poeta, nem escritor. Sou um alfaiate de província que, sem freguesia, teima em coser e em resistir com as suas linhas à tirania arrogante e insolente da Alta Costura do pensamento.

Ponte de Sor, 19 de Maio de 2001 - Santa-Maia Leonardo

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REXISTIR
(poesia e prosa)
Inclui os textos «Alentejo»
e «O Alentejano»
de Santana-Maia Leonardo
Data - 2ª edição: Abril de 2012
Coordenação literária:
Ângelo Rodrigues
Capa: José Sousa e
Atelier Minerva
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 96
P.V.P.: 6 €

Domingo, 1 de Janeiro de 2012

NOVIDADE - «ALCÁCER-QUIBIR - Como perder a independência sem se dar por isso» (romance) de Tarsício Lopes



Adquira (brevemente) esta obra na Livraria
online da Editorial Minerva ou através da Livraria online WOOK!


DO PREFÁCIO
(Excerto)

(…) Pessoalmente, sou um daqueles que acredita que o Portugal que D. Afonso Henriques fundou no Século XII sucumbiu em 1580, poucos anos depois da Batalha de Alcácer-Quibir. [Aliás essa pode ser que tenha sido assumida a posição de John dos Passos, um escritor do Século XX que, em Portugal Story optou por terminar a sua narrativa nessa data também.] A Batalha de Alcácer-Quibir tem extrema significância pelo facto de ser considerada em Marrocos como o nascimento de uma nação que, ainda hoje, se encontra em vias de desenvolvimento, mas que, no entanto, ainda inspira uma certa revolta na conversa dos portugueses de hoje: Para ali é Marrocos!, Não se vai para aí que é Marrocos!, expressões que revelam nojo e receio. Alcácer-Quibir foi o resultado de uma ambição desmedida e estúpida de um rei anacronicamente colocado à frente de um reino avançado para a sua maneira de encarar o mundo. Esse inglorioso D. Sebastião deveria ter sido obrigado a acabar os seus dias nas Berlengas com um par dos seus favoritos cortesãos, em vez de ter ido acabar às margens dos rios Macasão e Lecus, Larache em Marrocos.
Se acreditarmos na opinião de Alexandre Herculano na sua História da Inquisição em Portugal, o pai, D. João III, era um idiota. Quem saiu aos seus não degenerou.
O que passa por uma tragédia ou uma vergonha para uns será uma glória para outros. Por exemplo, toda a comunidade civilizada terrestre considera Fernão de Magalhães um dos maiores, senão o maior navegador do mundo, um homem cuja tenacidade, coragem e inteligência o fez cometer-se a essa empresa revolucionária de primeiro que ninguém provar que o mundo era esférico, porém, nas Filipinas, uma nação que foi baptizada depois do rei Filipe que o empregou, o palerma selvagem que o matou é que é o herói. Vá lá compreender-se isso! Mas é assim como em Alcácer-Quibir, uma hipérbole também para os dias de hoje: uma vergonha para Portugal é para Angola a independência.
Uma pergunta que eu sempre tenho é esta: Porque será que a malvada da Inglaterra pode manter umas Malvinas nos confins do mundo, um Gibraltar no coração da Espanha (desnaturada?), umas Bermudas, e os portugueses que andaram por lá primeiro tiveram que dar às de vila Diogo desde Macau a Timor, de Goa a Olinda, desde Moçambique à Guiné? A resposta será: o sindroma de Alcácer-Quibir.
Então o que se pretendeu fazer-se nesta trama jocosa, por vezes atrevida, para alguns oca? Provocar. Mostrar ao leitor a maneira incongruente e submissa como nós, portugueses, nos dias de hoje, enfrentamos o mundo como povo, batendo as palmas como diria recentemente um angolano maldoso. Também se pretendeu gozar um pouco com a nossa tradição, mas acima de tudo procurar uma resolução (?) para o nosso enigma como povo. Assim os nomes parecem familiares e são, donde virão as referências históricas? Espero que se entretenham e que não chorem o punhado de Euros que pagaram pela presente leitura que afinal ainda eram Escudos quando a comecei. (Tarsício Lopes)

Data - 1ª edição: Janeiro de 2012
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Capa: José Sousa e Atelier Minerva
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 344
P.V.P.: 15 € 
  

Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Apresentação pública do romance «AROS DE PRATA» de Sara Madaleno


A Editorial Minerva e a autora, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação do romance AROS DE PRATA de Sara Madaleno (pseudónimo de Maria José Santos) a realizar no dia 10 (Sábado) de Dezembro de 2011 pelas 17 horas no Salão Paroquial São Pedro em Cantanhede.

Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e da autora pelo “Mestre em História da Qualidade de Vida e da Boémia Contemporânea” von Trina. Durante a sessão de apresentação haverá um apontamento musical por Irene Cruz finalizando a mesma com um momento de lyrical Hip Hop protagonizado por Sara Santos e Miguel Xinês.

NOTA:
Uma parte dos lucros provenientes da venda desta obra, serão doados ao Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra com o objectivo de encontrar uma terapia que permita retardar a progressão da doença de Machado-Joseph

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Adquira esta obra na Livraria online da Editorial Minerva ou através da Livraria online WOOK!

Sara Madaleno é um pseudónimo de Maria José Santos em homenagem à sua filha e à sua mãe, juntando o nome de uma e o apelido da outra. Só porque Sim.
É determinada, sensível e bastante perfeccionista o que às vezes a torna muito exigente consigo própria. Exerce a profissão de Técnica Superior de Serviço Social e acumula a função de Directora Técnica de uma IPSS sem fins lucrativos no concelho de Cantanhede.
Este livro é um revisitar de histórias perdidas nos tempos que já foram… é uma Manta de Retalhos que cobre de todas as cores o “sentir” de todo o desenrolar dos acontecimentos. A mesma Manta de Retalhos que pode ser para cada um o fazer e desfazer de tanta coisa... e é isto a que se chama Vida.

Data - 1ª edição: Dezembro de 2011
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Fotografia da capa: Miguel d'Hera
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 112
P.V.P.: 12 €

Terça-feira, 8 de Novembro de 2011

Apresentação pública da obra «ENTRE O ONTEM E O AMANHÃ – o dilema opcional dos alunos que ingressam no ensino secundário» de Maria Teresa Neves

1ª APRESENTAÇÃO

Editorial Minerva, o ISCSP e a autora, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação do ensaio/tese «ENTRE O ONTEM E O AMANHÃ – o dilema opcional dos alunos que ingressam no ensino secundário» de Maria Teresa Neves a realizar no dia 2 (sexta feira) de Dezembro de 2011 pelas 18 horas em

INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS E POLÍTICAS
Universidade Técnica de Lisboa
Rua Almerindo Lessa – Alto da Ajuda - Lisboa

Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra e autora pelo “animador de ideias” Dr. Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e da autora pelo Prof. Doutor João Bilhim.

Será servido um Porto de Honra.

2ª APRESENTAÇÃO

A Editorial Minerva, a ESMA e a autora, têm o prazer de convidar V. Ex.ª, familiares e amigos, para a sessão de apresentação do ensaio “ENTRE O ONTEM E O AMANHÃ – o dilema opcional dos alunos que ingressam no ensino secundário” de Maria Teresa Neves, a realizar na sexta-feira, dia 2 de Dezembro de 2011, pelas 21:30 horas, em:

Biblioteca
Cacém

Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra e autora pelo “animador de ideias” Dr. Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e da autora pela Mestre Isabel Brissos.
Nota: esta apresentação está integrada na Feira do livro da ESMA (coordenação e logística da Dra. Gina Rodrigues).
  • Veja AQUI as fotografias da 1ª sessão de apresentação!
  • Veja AQUI os vídeos da 1ª sessão de apresentação!
  • Veja AQUI as fotografias da 2ª sessão de apresentação!


Adquira esta obra na Livraria online WOOK!  






Maria Teresa Neves é mestre em Sociologia, pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e licenciada em Economia, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, faculdades da Universidade Técnica de Lisboa. Após ter frequentado, com sucesso, algumas disciplinas do Curso Superior de Organização e Gestão de Empresas, passou a exercer a actividade de Técnica Oficial de Contas, em acumulação com a de Professora do Ensino Secundário, a sua actividade profissional de eleição desde há 23 anos.
Nos últimos anos tem leccionado as disciplinas de Sociologia e de Economia a alunos dos 11.º e 12.º anos, do Curso de Ciências Socioeconómicas e dinamizado um programa de empreendedorismo, no âmbito da área curricular não disciplinar de Área de Projecto, a alunos finalistas daquele curso de ensino secundário. No desempenho do seu papel social de professora, tenta, dentro e fora do espaço da sala de aula, ajudar os seus alunos a crescerem, enquanto cidadãos críticos, responsáveis, participativos mas, principalmente, solidários.

Data - 1ª edição: Dezembro de 2011
Coordenação literária:
Capa: Atelier Minerva
ISBN: 978-972-591-795-4
Formato: 24 x 17 cm
Páginas: 280
P.V.P.: 15

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

NOVIDADE: «HISTÓRIA DO ESQUADRÃO DE CAVALARIA 149» (Memórias) de João Alves Pimenta



Adquira esta obra na Livraria online da Editorial Minerva

Data - 1ª edição: Luanda, 1963
Data - 2ª edição: Lisboa, Outubro de 2011
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Capa: Maria Reis e Atelier Minerva
ISBN: 978-972-591-804-3
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 112
P.V.P.: 10 €
João Alves Pimenta, nasceu no dia 6 de Maio de 1931 na Freguesia e Concelho de Ponte de Sôr, Distrito de Portalegre. É Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. É Especialista de Ginecologia e de Obstetrícia pela Ordem dos Médicos. Possui ainda os Cursos de Ciências Pedagógicas da Faculdade de Letras, de Hidrologia e Climatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e o Curso de Medicina Sanitária do Instituto Dr. Ricardo Jorge.
Exerceu clínica hospitalar pública nos Hospitais da Universidade de Coimbra desde 1957 até finais de 1966., com interrupção de 27 meses, em que esteve mobilizado pelo Exército Português, para o servir em Angola. A partir dessa data transferiu-se para Évora, onde exerceu clínica privada e pública no Hospital Distrital de Évora, até 1998. Neste Hospital Foi Director de Serviço, Director Clínico e Director do Hospital.
A partir de 1998 mudou para o Hospital Garcia de Orta onde desempenhou o cargo de Director do Hospital.
Leccionou a disciplina de Saúde Materna na Escola Superior de Enfermagem de S. João de Deus de Évora, na qual também regeu os cursos de pós-licenciatura e de Especialização em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica.
Foi Médico adjunto da Estância Termal da Cúria desde 1959 até 1967.
Foi Coordenador da Unidade Coordenadora e Funcional de Saúde Materno Infantil e membro do Órgão Coordenador do Serviço Médico à Periferia, em ambos os casos no Distrito de Évora. É sócio fundador da Sociedade Portuguesa de Ginecologia, tendo feito parte dos seus Corpos Sociais nos dois primeiros mandatos, é também sócio fundador da Sociedade Portuguesa de Medicina da Reprodução e da Sociedade Portuguesa dos Hospitais Distritais da Zona Sul, assim como é sócio da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia. Fez parte do Conselho Científico da Revista Tempo Médico e da Revista da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e de Medicina da Reprodução. Foi membro do Conselho Editorial da Revista Informativa do Hospital Garcia de Orta, “Notícias”.
Foi o 1º. Governador Civil do Distrito de Évora, após o 25 de Abril de 1974.
É patrono da Escola Eb1 com Jardim de Infância em Ponte de Sôr.
Foi condecorado:
- pelo Exército Português com Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma;
- pela Igreja Copto Ortodoxa do Patriarcado de Alexandria com a Cruz de Santo António do Deserto;
- pela Câmara Municipal de Évora com a Medalha de Mérito da cidade, Classe Ouro;
- pelo Ministério da Saúde com a Medalha de Mérito de Serviços Distintos, Classe Ouro.

Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Apresentação pública da obra «CRÓNICAS DA ARTE E DA VIDA» de Ana Paula Mabrouk

A Editorial Minerva e a autora, têm o prazer de convidar V. Exª, família e amigos, para a sessão de apresentação da obra CRÓNICAS DA ARTE E DA VIDA de Ana Paula Mabrouk a realizar no dia 8 (Sábado) de Outubro de 2011 pelas 17 horas na

CASA MUNICIPAL DA CULTURA
Rua Pedro Monteiro
Coimbra

Coordenação da sessão e breve reflexão sobre a obra pelo “animador de ideias” Ângelo Rodrigues. Apresentação da obra e da autora por Isabel Rosete. Selecção e leitura de uma crónica da obra pela autora. Intervenção da artista plástica (autora das aguarelas) Estrela Caldas Zoll. Momento musical da responsabilidade de Rafaela Rajado.
  • Leia AQUI o prefácio desta obra por Ângelo Rodrigues!
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  • Veja AQUI os vídeos da sessão de apresentação!
Adquira esta obra na Livraria online da Editorial Minerva!

Existem livros que depois de lidos ficam a pairar na nossa cabeça e não descansam enquanto não obtêm uma resposta personali-zada. Funcionam como se fossem um diálogo de escritas, numa inter(dependência) criativa.
Este livro surgiu na sequência da leitura do livro do escritor alemão Rainer Maria Rilke, Cartas a um Poeta. Estávamos no Verão de 2009 e as primeiras crónicas surgiram quase como uma compulsão. Uma espécie de direito de resposta de um leitor crítico, cujas máximas deste autor despertaram pensamentos e sensações. Mais do que uma profunda análise ideológica, uma preocupação estética ou uma dissertação literária, estas crónicas surgiram de forma espontânea, num acto involuntário que se impôs à escrita.
Em vez de um mês, como havia originalmente calculado a escrita, o tempo da resposta acabou por demorar um ano e um mês, num arrastamento caprichoso do pensamento que não se deixa comandar de forma racional.
Tinha seleccionado dez máximas de Rilke sobre as quais, ou com as quais, trabalhar e as ideias foram surgindo espaçadamente, ao sabor da labuta dos dias e do vagar das horas. Hoje duas ou três linhas condutoras, amanhã um interregno de vários meses. No entanto, as máximas foram sempre ficando na mente e viajando comigo para vários locais. Daí a dispersão de datas e locais nos quais foram escritas.
Quanto à sua organização, optei por ordená-las, não de uma forma cronológica, mas de uma forma que encaixasse na lógica dos seus dois grandes macro-temas: a arte e a vida. Não sendo compartimentos estanques, pois os dois entrelaçam palavras e tecem teias de sinestesias, podem ser encarados como dois vectores que constantemente se interseccionam. Fica pois ao critério do leitor a forma como optará por ler estas crónicas.

Data - 1ª edição: Setembro de 2011
Coordenação literária e prefácio: Ângelo Rodrigues
Aguarela da capa e ilustrações: Estrela Caldas Zoll
Formato: 21 x 14,5 cm
Páginas: 56
P.V.P.: 10 €

Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

NOVIDADE: «UM SONHO NA MADRUGADA» (ensaio/pensamento) de Felisbela Fontes


Felisbela Fontes nasceu numa aldeia do concelho de Góis, distrito de Coimbra, onde viveu até aos vinte anos. Iniciou os primeiros estudos na sua terra e depois em Lisboa. Estudou algum tempo na República Federal Alemã onde viveu e trabalhou durante treze anos. Voltou para Portugal e foi funcionária do Ministério das Finanças. Agora está aposentada.
Sempre escreveu e guardou na “gaveta”. Em 2002 publicou BEIRA SERRA MEU PORTUGAL ESCONDIDO, um livro de pesquisa sobre gentes, usos, costumes, e tradições da cultura dos povos da Beira Serra.
UM SONHO NA MADRUGADA é um livro de pesquisa pelo códice da génese humana, o despertar do homem desde as suas origens, a tomada de consciência, os sentimentos que foi adquirindo pelas várias etapas da sua existência, o uso que faz dos sentidos, actos e efeitos que as suas faculdades podem ou não controlar, conjunto de muitos e variados sentimentos que formam a mentalidade de todos os indivíduos, ao mesmo tempo que os diferencia e lhe norteia a conduta e a existência. Património sentimental que faz parte da condição humana, em que as origens e as raízes são elementos base em todas as caminhadas existenciais, onde a lei da natureza está sempre presente como criadora e protectora, zelando por todos os princípios fundamentais que ela própria instituiu.

Data - 1ª edição: Setembro de 2011
Coordenação literária: Ângelo Rodrigues
Fotografia da capa: Felisbela Fontes
Formato: 22 x 16 cm
Páginas: 144
P.V.P: 10 €